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"Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"
É com essa pergunta que a Guanabara Boards volta a São Paulo nesse final de semana (7 e 8 de Dezembro) pela quarta vez neste ano para a realização de mais uma oficina de skate longboard.
Direto ao ponto:
O que é?
Quarta oficina de skate longboard da Guanabara Boards em SP. Eles já fizeram algumas outras oficinas aqui na cidade, veja como foi a primeira:Para quem?
-Quem nunca andou de skate na vida-Quem já sabe andar e quer aprender "Longboard Dancing"
Quando e Onde?
As aulas acontecerão nos dias 7 e 8 de Dezembro as 10 horas da manhã, na marquise do Ibirapuera.Como?
3 horas de aulas em cada dia.Quanto?
O custo do curso é de R$300,00Como se inscrever?
Adicione o perfil deles no Facebook: www.facebook.com/guanabaraboards2. Eles vão te passar o meio de pagamento e qualquer outra informação que precisar. As vagas são limitadas, por isso aconselho que você corra para se inscrever! Não esqueça que dizer que chegou pelo Aprendendo Longboard.Sobre a Guanabara Boards
Já falei sobre eles aqui, mas resumindo, a Guanabara Boards é um coletivo de skate que se tornou também uma escola, formando alunos mais diversos, não importando idade, sexo ou estilo de vida. Desenvolveram uma metodologia própria baseada na percepção dos movimentos, despertando uma maior consciência corporal, segurança e domínio da relação corpo-skate-ambiente. A ideia é ensinar os alunos a ter autoconfiança e explorar suas possibilidades e criatividade.Quem já fez
Entre os muitos alunos que a Guanabara já ensinou, está a Erika, paulista de 42 anos e muita vontade de aprender. Assiste aí!
Acesse também a página deles no Facebook e veja os depoimentos dos alunos www.facebook.com/gslongboard, assim como o canal no YouTube http://www.youtube.com/user/guanabaraboards e o instagram http://instagram.com/escoladeskate
Não se esqueça, para se inscrever é só falar com eles no facebook www.facebook.com/guanabaraboards2
Qualquer outra dúvida, escreva aí nos comentários!
Boa aula!
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Boa aula!
Observação inicial: a história do longboard se confunde muito com a história do skatinho. Afinal, é tudo skate, e até a década de 1980 não havia muita distinção entre as modalidades. Aliás, para grandes riders, até hoje não existe essa separação.
O skate como conhecemos surgiu a partir de uma necessidade. Surfistas no Havaí e na Califórnia no final dos anos 1950, em dias de maré, adaptavam tábuas com trucks daqueles patins antigos e rodas de metal. Assim, podiam praticar movimentos do surfe no asfalto.
Os boards variavam muito de tamanho, e reza a lenda que muitos desses primeiros skates eram comparáveis ao que temos hoje como longboard.
Com o tempo, as rodas de metal foram substituídas por cerâmica, e só em 1973 por rodas de uretano. Na década de 1970 foram criados também os primeiros trucks próprios para skate.
Durante essa década e a seguinte foram popularizados as modalidades de downhill, slalom, cuising, e foi criada também a manobra que mudaria a cara do esporte, o Ollie (inventado por Alan Gelfand).
Na década de 1980 o esporte teve uma queda de popularidade nos EUA devido ao alto custo de seguros dos skateparks, além do grande risco que era visto pela sociedade. Mas logo isso mudou, no começo da década de 90 o skate voltou a ser muito popular, muito com a ajuda dos videogames (quem não se lembra de jogar Tony Hawk's Pro Skater?) e dos grandes atletas da época (como o próprio Tony). O esporte foi abraçado também pela cultura punk e hardcore, que via no skate uma chance de expressar sua rebeldia com a sociedade.
Essa nova onda de popularidade trouxe muitos interessados pelo esporte, criando novas formas de praticá-lo. Daí veio a retomada do longboard, que vem crescendo de popularidade principalmente desde os anos 2000, com o aumento dos campeonatos de downhill e o maior interesse em freeride (slide).
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O skate como conhecemos surgiu a partir de uma necessidade. Surfistas no Havaí e na Califórnia no final dos anos 1950, em dias de maré, adaptavam tábuas com trucks daqueles patins antigos e rodas de metal. Assim, podiam praticar movimentos do surfe no asfalto.
| Não era uma coisa bonita |
Com o tempo, as rodas de metal foram substituídas por cerâmica, e só em 1973 por rodas de uretano. Na década de 1970 foram criados também os primeiros trucks próprios para skate.
Durante essa década e a seguinte foram popularizados as modalidades de downhill, slalom, cuising, e foi criada também a manobra que mudaria a cara do esporte, o Ollie (inventado por Alan Gelfand).
Na década de 1980 o esporte teve uma queda de popularidade nos EUA devido ao alto custo de seguros dos skateparks, além do grande risco que era visto pela sociedade. Mas logo isso mudou, no começo da década de 90 o skate voltou a ser muito popular, muito com a ajuda dos videogames (quem não se lembra de jogar Tony Hawk's Pro Skater?) e dos grandes atletas da época (como o próprio Tony). O esporte foi abraçado também pela cultura punk e hardcore, que via no skate uma chance de expressar sua rebeldia com a sociedade.
Essa nova onda de popularidade trouxe muitos interessados pelo esporte, criando novas formas de praticá-lo. Daí veio a retomada do longboard, que vem crescendo de popularidade principalmente desde os anos 2000, com o aumento dos campeonatos de downhill e o maior interesse em freeride (slide).
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| Ladeira esperando os atletas |
Domingo, 10 de novembro de 2013, São Bernardo do Campo/SP. Sol torrando o asfalto com temperatura máxima de 31º, atletas descendo a ladeira desde as 9 da manhã, sem perder o fôlego. Assim foi a 2ª etapa do Circuito Drop 2013, campeonato de Carveboard patrocinado pela Dropboards, XTrax, TNT e HB. O esporte, conhecido como surfe no asfalto, tem pouco mais de uma década no Brasil, mas já angaria muitos praticantes. Conhecíamos pouco do esporte (mas agora já conhecemos mais, post em breve), e o que vimos foi muito carve, slides, saltos e rampas. O público era grande na praça, com muitas famílias. A velocidade do skate é impressionante, assim como a habilidade dos atletas que participaram da competição. Até os atletas da categoria "iniciante" não deixaram nada a desejar!

O destaque final ficou para Jorge Malvadão, que levou o troféu de campeão, seguido por Pedro Elchavo, Gustavo Peixe e Eric Patat. Confira a lista completa de vencedores:
Pro Riders
Jorge Malvadão - - 28,8
Pedro El Chavo - - 28,2
Gustavo Grassano Peixe - - 27,1
Eric Patat - - 26,9
Carlos Bressani - - 24,5
Andre Hartman - - 23,5
Mariano Amadio - - 23,5
Rodrigo Andrade - - 23,1
Iniciante
Rafael Ramero - - 27,8
Gabriel Prado - - 27,4
Eduardo Ruiz - - 26,5
Victor henrique - - 25,3
kaio Igor - - 22,3
Leo Marrero - - 21,9
Leo Ramos - - 21,1
Fernando Faria - - 20,7
Teen
Victor Henrique - - 19,60
Joao Pedro - - 17,60
Natan Vieira - - 16,60
Gabriel Guisso - - 16,00
Rafael Guisso - - 14,90
Feminino
Jessica - - 14,50
Agatha - - 12,80
Kids
Lucas Malvadinho - - 14,30
Lucas Andrade - - 13,80
Tiago cunha - - 13,30
Master
Mariano Amadio - - 26,40
Gilberto Alves - - 23,40
Douglas Favera - - 23,30
Marcio Delli - - 21,20
Sergio pato - - 20,40
Saulo Prado - - 19,90
Jose Rocha - - 19,60
Dimmy Batista - - 19,30
Teen
Victor Henrique - - 19,60
Joao Pedro - - 17,60
Natan Vieira - - 16,60
Gabriel Guisso - - 16,00
Rafael Guisso - - 14,90
Com informações de Carvekicks
Longboarders tem mais chances de se ferrar do que skatistas...
Pessoas que andam de skate longboard podem ter mais chances de sofrer lesões graves do que aquelas que andam em skates normais, sugere estudo.
A pesquisa foi feita com informações de mais de 800 pacientes tratados com lesões de longboard ou skate em Utah, EUA. Os pacientes tinham em média 19 anos e foram tratados entre 2006 e 2011.
Mais da metade (57,5%) se quebraram andando de longboard, enquanto 42,5% andavam de skatinho. Além disso, o longboarder tem até 4 vezes mais chances de sofrer fraturas na cabeça, traumatismo craniano e hemorragia intracraniana. Pesado, não?
E quais são os motivos para essa diferença toda? O estudo diz, e esse que vos escreve concorda, que skatistas costumam praticar mais o esporte em parques e pistas de skate, enquanto longboarders andam mais em ruas e avenidas, trazendo mais obstáculos e perigos como carros, buracos, calçadas e postes. Além disso, longboarders usam menos capacete do que skatistas, provavelmente para ter mais aquela sensação de "liberdade".
...mas a solução é simples.
Então amigos, eu já falei sobre isso aqui, mas não custa repetir. Como podemos ver, o maior risco para o skatista de longboard é a fratura craniana. Você literalmente não precisa quebrar a cabeça para saber como evitar isso, certo? USE CAPACETE. Principalmente se estiver andando em ruas ou avenidas, o capacete é essencial e pode salvar sua vida. Não só o capacete, mas joelheiras, cotoveleiras e luvas podem te livrar de um belo machucado ou ralada e permitem que continue andando tranquilamente, sem acabar com sua session antecipadamente por besteira!
Campanha de conscientização do Quintal do Ipiranga
Skatista descendo a Broadway
Broadway Bomb é o nome de uma corrida de skate longboard que acontece todo ano no mês de outubro, em Nova York, logicamente na região da Broadway. A maratona, que acontece todo ano em outubro, começou em 2000 com 14 pessoas. Em 2012 ela foi proibida pelas autoridades novaiorquinas, alegando que a corrida não oferece segurança aos participantes, que percorrem em meio ao alto fluxo de veículos de uma das maiores cidades do mundo. Até aí, autoridades proibindo o skate não é nenhuma novidade.
Surpresa nenhuma também é o desacato dos praticantes do esporte à essa proibição. De acordo com o New York Post, cerca de 1500 skatistas participaram da corrida em 12 de outubro de 2013, desviando da polícia que tentava barrar o progresso dos atletas e gerando uma das cenas mais engraçadas que eu já vi envolvendo longboard, no melhor estilo Loucademia de Polícia:
Alguns desafortunados foram pegos pela polícia, como esses adolescentes da foto, mas a grande maioria desviou do bloqueio e seguiu livremente para a Broadway.
La Parola via NYPost
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